Passamos pelas coisas sem as ver, gastos, como animais envelhecidos: se alguém chama por nós não respondemos, se alguém nos pede amor não estremecemos, como frutos de sombra sem sabor, vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Olá:) fizemos as pazes, eu e a máquina. Senão tinha que ficar à espera do Godot uma eternidade:) Gostei de vir aqui, o desenho fascina-me..Uma noite, na cervejaria Portugália, um rapaz ao lado começou a desenhar algo na toalha de papel. Beberricava a cerveja e desenhava levemente, naturalmente, e no fim a toalha de papel transformou-se num desenho (que achei lindo) e que iria certamente para o lixo. Ao convecer-me disso, pedi-lhe a toalha. Ainda tenho esse desenho, feito por um desconhecido, numa cervejaria..com umas ligeiras nódoas de mostarda. Guardo-o religiosamente..) Um beijo Fernanda G
ai que saudades de Paris... pois... eu não conto as barbaridades desenhadas por um colega e amigo nos guardanapos de papel das pastelarias finas da Baixa lisboeta dos anos 60 e que depois eram repostos cuidadosamente no meio dos outros guardanapos à espera de que uma incauta e púdica senhora os tirasse... Nunca me vou esquecer os gritinhos de puro escandalo... e os rubores violentos que as consumiam... Nesse ano fomos vetados de entrar nalgumas das mais famosas pastelarias de Lisboa.
“ Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros”.
"Que cada frase em vez de um habilidoso disfarce, fosse uma sedução (...) e um acto sem subterfúgios. Para tanto limpo-a escrupulosamente de todas as impurezas e ambiguidades.... "...Miguel Torga
Prémio Blog em Destak do mês de Abril atribuído pela Isabel Filipe do Art & Design
Blog Solidário e sem Tabus com o SIDADANIA
RU2X, bem vindo à blogosfera e muitos posts com saúde.
10 comentários:
Ele bem sabia...
:)
e nós também sabemos...
:)
Gostei muito da escolha da imagem. :)
acho que a grande parte dos humanos já nem sabe o que é estremecer...
belíssimo poema... que mais há para dizer...
Pois é...
Olá:) fizemos as pazes, eu e a máquina. Senão tinha que ficar à espera do Godot uma eternidade:)
Gostei de vir aqui, o desenho fascina-me..Uma noite, na cervejaria Portugália, um rapaz ao lado começou a desenhar algo na toalha de papel. Beberricava a cerveja e desenhava levemente, naturalmente, e no fim a toalha de papel transformou-se num desenho (que achei lindo) e que iria certamente para o lixo. Ao convecer-me disso, pedi-lhe a toalha. Ainda tenho esse desenho, feito por um desconhecido, numa cervejaria..com umas ligeiras nódoas de mostarda. Guardo-o religiosamente..)
Um beijo
Fernanda G
ai que saudades de Paris...
pois... eu não conto as barbaridades desenhadas por um colega e amigo nos guardanapos de papel das pastelarias finas da Baixa lisboeta dos anos 60 e que depois eram repostos cuidadosamente no meio dos outros guardanapos à espera de que uma incauta e púdica senhora os tirasse...
Nunca me vou esquecer os gritinhos de puro escandalo... e os rubores violentos que as consumiam...
Nesse ano fomos vetados de entrar nalgumas das mais famosas pastelarias de Lisboa.
"É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
...
...
Cai o silêncio nos ombros e a luz
Impura, até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer."
(urgentemente/Eugénio de Andrade)
guess
:)
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