segunda-feira, novembro 09, 2009
sexta-feira, novembro 06, 2009
Convite / desafio para um...
Magusto de S. Martinho,
Magusto de Fátima, Fado e Futebol...
Magusto da Saúde
Magusto da Justiça
Magusto da Educação
Magusto da Cultura
Magusto da Ciência
Magusto do Trabalho e da Solidariedade Social
Magusto dos Negócios Estrangeiros
Magusto dos Assuntos Europeus
Magusto das Comunidades Portuguesas
Magusto das Finanças
Magusto da Administração Pública
Magusto da Presidência
Magusto da Igualdade
Magusto da Administração Interna
Magusto das Pescas
Magusto da agricultura
Magusto da corrupção
Magusto da falta de Estado!
Magusto da ...
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sexta-feira, outubro 30, 2009
sábado, outubro 24, 2009
começou o jogo de xadrez.
"A chamada casa da democracia reabriu ontem. Tudo como dantes sem ser palha de Abrantes, mas com muitas escleroses de brigadas do "yes minister". No Portugal Contemporâneo, é o 76º parlamento, para o 126º governo, depois de cerca de 200 golpes de Estado, 5 revoluções, 8 reis e 8 presidentes eleitos pelo povo, em cima de 13 233 dias de salazarquia.
Os cinco partidões parlamentares entraram ontem em São Bento como se estivessem na fila para a inspecção militar numa direcção-geral que os funcionaliza em soldados rasos. E não repararam como a cerimónia de unidimensionalização estava quase a ser transmitida em directo..."
(continuar a ler no Tempo que passa)
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segunda-feira, outubro 12, 2009
Liberdade de Expressão, usa e abusa...
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domingo, outubro 11, 2009
Liberdade de Expressão, use e abuse.
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quarta-feira, outubro 07, 2009
The Show Must Go On
aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, ou aqui, ......


ROSA ALCHÉMICA
- Quem se detém na treva iluminada - desconfia do terrestre -
E todavia se desdobra - nesse perspicare ad infinitum -
Permanece como um apátrida - na errância - sobre a pedra - alucinada -
Quem cala a justeza da literatura - a mestria da obra - o irreprimível
Quem nesse apego do simples - arcana verba - irrompe na scriptura -
Pela voz do impensado se ajusta ao assombro - da voz - o que emudece -
Quem renuncia - ó rosa alchemica - ao coração - o resplendor da carne -
Nesse ímpeto da prestidigitação - da arte - ignora o actual momento egípcio -
Na proximidade do tremor e temor se precipita no transitório - até às nuvens -
Entre os lábios - não conhece códigos - ante os relâmpagos - fica à merce do caos
Quem enaltece este tempo de assassinos - os fedeli d'amore - as altas torres –
alexandre teixeira mendes
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quarta-feira, setembro 30, 2009
e-mail vulnerável
1. Use máscara e luvas.
2. Abra o e-mail com cuidado.
3. Lave muito bem o mail com sabão macaco.
4. Antes de ler, desinfecte os olhos com ácool/gel.
5. Se depois de todos estes procedimentos continuar a ter dúvidas...
abra uma nova conta de e-mail.
:-)
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segunda-feira, setembro 28, 2009
sexta-feira, setembro 25, 2009
Especial Eleições
Para a classe política que temos, com amor.
Até quando você vai levando porrada,Até quando vai ficar sem fazer nada
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando você vai ser saco de pancada?
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sábado, setembro 19, 2009
Poesia Matemática de Millôr Fernandes
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...
Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.
Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela.
Até que se encontraram
No Infinito.
"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.
E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz.
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Rectas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.
Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar.
Uma Perpendicular.
Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissectriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.
E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até àquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.
Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo.
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema ela era a fracção
Mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade.
E tudo que era espúrio passou a ser
Moralidade
Como aliás, em qualquer
Sociedade.
......................................................................................................................................................................
Texto extraído do livro "Tempo e Contratempo", Edições O Cruzeiro - Rio de Janeiro, 1954, pág. sem número, publicado com o pseudônimo de Vão Gogo.
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quarta-feira, setembro 16, 2009
O Best-Seller SÓCRATES
SÓCRATES: UM EXEMPLO DE SUCESSO.
Este será o TÍTULO do livro que penso escrever sobre Sócrates, o Primeiro Ministro de Portugal entre 2005 e 2009. (E ficarei rico. Pois tenho a certeza que há milhares de Chico-espertos que gostavam de ser como ele. Pelo menos, todos aqueles que irão votar no P.S. em Setembro serão potenciais compradores desta obra!)
O PLANO DO LIVRO:
No primeiro capítulo:
Irei explicar como se pode obter imenso sucesso, estudando pouco e gozando muito. E ilustrarei essa ideia com a carreira escolar, fora do comum, do estudante José Sócrates.
No segundo capítulo:
Falarei (escreverei) do fabuloso desempenho socrático, como membro do governo de António Guterres:
-as voltas que deu aos miolos (e as arrelias que teve) para transformar as lixeiras portuguesas noutra espécie de lixo (mais moderno e incinerado);
- a extraordinária façanha de protagonizar, juntamente com o extraordinário Carlos Cruz, e outros, a conquista da realização do Europeu de 2004 em Portugal (na esperança de outra conquista que não aconteceu, graças ao “caríssimo” treinador Scolari…)
- o impressionante “bom senso” que revelou, juntamente com a já aí notória (e premonitória) “preocupação com o défice”, ao não se ter oposto, como governante que era, à edificação dos monumentais estádios de futebol, hoje quase todos às moscas, cujas derrapagens orçamentais davam para construir mais cinco ou seis como os previstos.
No terceiro capítulo:
Estará em destaque o grande desempenho televisivo de Sócrates em frente de um Santana Lopes relaxado demais e a brincar aos debates; onde exporei ainda a minha opinião de que foi nesses debates que nasceu o D. Sebastião do séc. XXI.
No quarto capítulo:
Evocarei a sua estrondosa vitória na eleição para Secretário Geral do P.S., batendo o eterno pónei político, João Soares, e o socialista cristalizado, independente e retórico, Manuel Alegre.
No quinto e último capítulo:
Enfatizarei as raras qualidades políticas de Sócrates como Primeiro Ministro:
- Explicarei porque o acho a reencarnação moderna de Maquiavel;
- Exporei as razões porque o considero a antítese perfeita de Robin dos Bosques e de Zé do Telhado;
- Enunciarei a sua capacidade invulgar de omitir a verdade e desmentir a mentira; de dizer, sem pestanejar, que o cavalo branco de Napoleão é muito preto.
- Enfatizarei, no final, a sua incurável megalomania, o seu umbilical auto-convencimento; a sua tendência genética para a demagogia; a sua gaguez cultural; a sua esperteza saloia; a sua miopia sociológica; o seu anti-humanismo; a sua inaptidão societária e a sua dialéctica de papagaio.
Ah! E ainda tentarei desmontar, no último capítulo, o seu conceito “muito particular” de “Interesse Geral”, explicando que Geral é sinónimo de Universal; e que não se defende o tal “Interesse Geral” pondo de parte os interesses da “generalidade” dos 150.000 portugueses que foram a Lisboa dizer que eram e queriam continuar a ser professores; nem dos milhões de alunos que merecem um ensino como deve ser; nem se defende o tal de “Interesse Geral”, impedindo a TVI de ter um telejornal visto e apreciado por milhões de portugueses, muitos deles Socialistas…
*Autor anónimo*
Texto picado aqui
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