SÓCRATES: UM EXEMPLO DE SUCESSO.
Este será o TÍTULO do livro que penso escrever sobre Sócrates, o Primeiro Ministro de Portugal entre 2005 e 2009. (E ficarei rico. Pois tenho a certeza que há milhares de Chico-espertos que gostavam de ser como ele. Pelo menos, todos aqueles que irão votar no P.S. em Setembro serão potenciais compradores desta obra!)
O PLANO DO LIVRO:
No primeiro capítulo:
Irei explicar como se pode obter imenso sucesso, estudando pouco e gozando muito. E ilustrarei essa ideia com a carreira escolar, fora do comum, do estudante José Sócrates.
No segundo capítulo:
Falarei (escreverei) do fabuloso desempenho socrático, como membro do governo de António Guterres:
-as voltas que deu aos miolos (e as arrelias que teve) para transformar as lixeiras portuguesas noutra espécie de lixo (mais moderno e incinerado);
- a extraordinária façanha de protagonizar, juntamente com o extraordinário Carlos Cruz, e outros, a conquista da realização do Europeu de 2004 em Portugal (na esperança de outra conquista que não aconteceu, graças ao “caríssimo” treinador Scolari…)
- o impressionante “bom senso” que revelou, juntamente com a já aí notória (e premonitória) “preocupação com o défice”, ao não se ter oposto, como governante que era, à edificação dos monumentais estádios de futebol, hoje quase todos às moscas, cujas derrapagens orçamentais davam para construir mais cinco ou seis como os previstos.
No terceiro capítulo:
Estará em destaque o grande desempenho televisivo de Sócrates em frente de um Santana Lopes relaxado demais e a brincar aos debates; onde exporei ainda a minha opinião de que foi nesses debates que nasceu o D. Sebastião do séc. XXI.
No quarto capítulo:
Evocarei a sua estrondosa vitória na eleição para Secretário Geral do P.S., batendo o eterno pónei político, João Soares, e o socialista cristalizado, independente e retórico, Manuel Alegre.
No quinto e último capítulo:
Enfatizarei as raras qualidades políticas de Sócrates como Primeiro Ministro:
- Explicarei porque o acho a reencarnação moderna de Maquiavel;
- Exporei as razões porque o considero a antítese perfeita de Robin dos Bosques e de Zé do Telhado;
- Enunciarei a sua capacidade invulgar de omitir a verdade e desmentir a mentira; de dizer, sem pestanejar, que o cavalo branco de Napoleão é muito preto.
- Enfatizarei, no final, a sua incurável megalomania, o seu umbilical auto-convencimento; a sua tendência genética para a demagogia; a sua gaguez cultural; a sua esperteza saloia; a sua miopia sociológica; o seu anti-humanismo; a sua inaptidão societária e a sua dialéctica de papagaio.
Ah! E ainda tentarei desmontar, no último capítulo, o seu conceito “muito particular” de “Interesse Geral”, explicando que Geral é sinónimo de Universal; e que não se defende o tal “Interesse Geral” pondo de parte os interesses da “generalidade” dos 150.000 portugueses que foram a Lisboa dizer que eram e queriam continuar a ser professores; nem dos milhões de alunos que merecem um ensino como deve ser; nem se defende o tal de “Interesse Geral”, impedindo a TVI de ter um telejornal visto e apreciado por milhões de portugueses, muitos deles Socialistas…
*Autor anónimo*
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