segunda-feira, setembro 07, 2009

segunda-feira, agosto 10, 2009

Enfim... Férias!

sábado, agosto 08, 2009

Uma valsa a dois tempos



Uma valsa a dois tempos

2009-08-04

Deu trabalho mas encontrei na Net um curioso documento intitulado "Bases Programáticas/Partido Socialista/ Legislativas 2005". Nele o PS faz contas ao país depois do desastre governativo do PSD/CDS.

Agora (se não, veremos) será o PSD a comparar o país de 2005 com o de 2009. "Hoje, os portugueses", dizia o PS em 2005, vivem numa economia "parada há três anos"; e enumerava: taxa de desemprego em 6,8% (9,3% em 2009, dados do Eurostat); rendimento por habitante em 67,7% da média da UE-15 (75% da UE-27 em 2009, o segundo pior da Zona Euro); dívida pública em 62% do PIB (hoje 70,7%, a crer na OCDE); défice em 5,2% do PIB (mais de 6% em 2009, dados também da OCDE); endividamento das famílias em 118% do rendimento disponível (135% em 2008, segundo o Banco de Portugal); e IVA em 19% (20% em 2009). Se o PSD vier a ser outra vez Governo, o PS fará novo balanço desastroso em 2013; e em 2018 o PSD; e em 2023 o PS, e em 2028 o PSD, e por aí fora até ao infinito, cada vez com números piores. É uma valsa a dois tempos que dura há décadas com os mesmos dois dançarinos. E com os mesmos de sempre a pagar a conta.

terça-feira, agosto 04, 2009

domingo, agosto 02, 2009

José Sócrates - Quando a boca lhe foge para a verdade


Às 2:20:22 da BlogConf, de 27-7-2009, Tomás Belchior da Campanha Permanente perguntou-lhe
se ainda estaria para nascer um melhor primeiro-ministro. E José Sócrates confessou:

“O que eu queria dizer é que nós fomos o governo que menos fez”.

Secretário-geral socialista expulsou o canal Sapo da PT da discussão com os blogues
Sócrates implacável com sapos (ler artigo completo no blog doportugalprofundo)

sexta-feira, julho 31, 2009

segunda-feira, julho 27, 2009

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

Luís Vaz de Camões

sábado, julho 18, 2009

"O Dia da Criação" / poesia de V. de Moraes por Joao Galante

Hoje é Sábado, amanhã é Domingo

sexta-feira, julho 17, 2009

Professores excelentes devem ficar com turmas + difíceis *** uma boa ideia

copy/past da imagem via Net. Autor desconhecido. Texto recebido via mail.

Ao Conselho Pedagógico


Ser-se avaliado em Professor Excelente não é a mesma coisa que ser-se um excelente professor.

E não é fácil, um professor ser avaliado em EXCELENTE!

É difícil, muito difícil mesmo e, numa escala de valores, ser EXCELENTE é ainda mais do que.
ser-se MUITO BOM. Eu disse mesmo M-U-I-T-O--B-O-M; não disse BOM.

Ser-se portanto EXCELENTE é o mesmo que ser-se perfeito, distinto, notável, admirável,
brilhante, magnífico, óptimo. São sinónimos que o qualificam extraordinariamente, que o qualificam
como O MELHOR de entre aqueles que já são MUITO BONS.

Tal como o Ministério preconiza, os professores titulares têm obrigação de ter as maiores
responsabilidades nas escolas porque os considera melhores que os outros; então, também deve
caber aos professores EXCELENTES serem os mais responsáveis em todo o processo ensino/
aprendizagem e em todas as funções e tarefas do contexto escolar.

E se um professor titular, de acordo com o ministério, já é do melhor que existe numa escola, então, um professor Titular Excelente é muito mais! Além de distinto, perfeito, admirável, notável, brilhante, magnífico e óptimo, ainda tem mais um atributo: ser TITULAR. Este título não é para muitos!

E, mesmo, ser-se apenas EXCELENTE já haverá poucos, muito poucos!

Posto isto, gostaria de propor para análise aos colegas deste Conselho Pedagógico o seguinte: aos professores que, nesta fase, forem avaliados em EXCELENTE, sejam eles titulares ou não, deverão, a partir do próximo ano lectivo, leccionar as turmas mais «difíceis» da escola, bem como direcções de turma e cursos que só eles, pelas suas reconhecidas qualidades evidenciadas neste rigoroso processo que tem sido a avaliação de desempenho docente, serão capazes de resolver ou minimizar problemas da melhor forma, contribuindo, assim, para que a escola seja também melhor. O rigor desta avaliação deu-lhes esse direito. É por isso que vão ser beneficiados na pontuação para concursos, no concurso para titulares, em prémios pecuniários, ... É por serem EXCELENTES, por serem os MELHORES DOS MELHORES, por serem perfeitos, distintos, notáveis, admiráveis, brilhantes, magníficos e óptimos que devem mostrar aos outros como se deve fazer.

Não é pois justo nem razoável que a escola deixe escapar este capital de conhecimentos mantendo os restantes professores com turmas difíceis e funções e tarefas complicadas, aparentemente bons professores, é verdade, mas incapazes de evidenciar os dotes que, em rigor, os professores EXCELENTES foram capazes de demonstrar nesta avaliação criteriosa dirigida ao desempenho de cada docente.

Certo da melhor atenção dos colegas e consciente da importância desta análise, solicito que, após reflexão devida, esta proposta baixe aos Departamentos e deles seja considerado o conjunto de opiniões formuladas.

Francisco Teixeira Homem, professor titular.

quarta-feira, julho 15, 2009

Última hora_Mais 3 Candidatos à Câmara Municipal de Lisboa

Mais 3 Candidatos à Câmara Municipal de Lisboacopy/past da imagem via Net. Autor desconhecido

terça-feira, julho 14, 2009

Fuge, fuge, Lurdeta - Copy/past via mail

Voando vai para a rua

Sócrates na estrada preta
Vai na brasa de lambretta

Leva a Milú, a pirata
Vermelha de irritação
O povo manda-a embora
Ela! que fez tanto p´la Educação!

Fuge, fuge, Lurdeta
Vai na brasa de Lambretta

Agarrada ao companheiro
Na volúpia da escapada
Pincha no banco traseiro
Em cada volta de estrada.
Grita de medo fingido
Mas medo não é com ela
E só por amor e cautela
Abraça-o pela cintura
Vai ditosa, e bem segura.

Leva atrás dela o Pedreira
E também o Valter Lemos
Tudo foge à sua volta,
O poder, carros, e casas
E com os bramidos que solta
Lembra um demónio com asas.

Na confusão dos sentidos
Já nem percebe, a Lurdeta,
Se o que lhe chega aos ouvidos
São ecos de amor perdidos
Se o som da motoreta.

Fuge, fuge, Lurdeta
Vai na brasa de Lambretta
E escusas de te por aos ais!...
Que em Outubro levas mais!...

Adaptado de António Gedeão (Rómulo de Carvalho, 1906-1997) in Máquina de Fogo (1961)