quarta-feira, outubro 25, 2006
quarta-feira, outubro 18, 2006
sábado, outubro 07, 2006
post em branco ou preto e cheio de nada / vazio
adj., que não contém nada ou só contém ar; /dd>
esvaziado;
despejado;
desocupado;
despovoado;
desprovido;
destituído;
fig.,
fútil;
frívolo;
vão;
falto de inteligência;
s. m.,
vácuo;
pop.,
hipocôndrio;
Bragança,
carneiro novo já castrado;
(no pl. ) ilhargas de cavalgadura;
(no pl. ) flancos.
"A jornalista russa Ana Politkovskaya, prêmio Vázquez Montalbán de Jornalismo Internacional em 2005 e uma das profissionais da área mais críticas à política do Kremlin, foi assassinada em Moscovo."
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sábado, setembro 30, 2006
Poesia Solar - Aurelino Costa
A estalar
Na calda
Do medo
Sol de Bizâncio
Doendo e
Duende
Num duelo
de medo
Sol de Bizãncio
Num
x
De silêncio
___________
do poeta - Aurelino Costa
Publicações digitais:
http://incomunidade.blogspot.com
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quinta-feira, setembro 21, 2006
quarta-feira, setembro 13, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
quinta-feira, agosto 03, 2006
quinta-feira, julho 06, 2006
segunda-feira, julho 03, 2006
Porque é Segunda-feira...
porque pensei neste provérbio árabe que a Eva Shanti deixou nos comentários do post anterior:
"Quem quer fazer algo arranja um meio, quem não quer fazer nada arranja uma desculpa".
então
arranjei um meio...
e
arranjei uma desculpa...
e encontrei a resposta na Wikipédia:
porque hoje é Segunda-feira!
porque é o
segundo dia da semana, o que vem depois de Domingo e antecede a Terça-feira.
e não me apetece fazer nada.
:)
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sábado, julho 01, 2006
terça-feira, junho 27, 2006
Avaliação dos alunos___novas tendências
novas tendências recebidas por correio electrónico:
Avaliação dos alunos
A avaliação dos alunos---novas tendências
As coisas têm de mudar, dizem as novas correntes da
Educação.
Aqui está um exemplo da NOVA ATITUDE que os professores têm de adoptar, a bem dos tempos modernos.
Avaliação de um exercício nos tempos que correm...
(Orientado para professores que têm de mudar... e cumprir políticas da Srª Ministra... )
QUESTÃO PROPOSTA:
6 + 7 = ?
A . EXERCÍCIO FEITO PELO ALUNO:
6 + 7 = 18
B . ANÁLISE:
A grafia do número seis está absolutamente correcta;
O mesmo se pode concluir quanto ao número sete ;
O sinal operacional + indica-nos, correctamente, que se trata de uma adição;
Quanto ao resultado , verifica-se que o primeiro algarismo (1) está
correctamente escrito - corresponde ao primeiro algarismo da soma pedida.
O segundo algarismo pode muito bem ser entendido como um três escrito
simetricamente - repare-se na simetria, considerando-se um eixo vertical!
Assim, o aluno enriqueceu o exercício recorrendo a outros conhecimentos...
a sua intenção era, portanto, boa.
C . AVALIAÇÃO:
Do conjunto de considerações tecidas nesta análise, podemos concluir que:
A atitude do aluno foi positiva: ele tentou!
Os procedimentos estão correctamente encadeados : os elementos estão
dispostos pela ordem precisa.
Nos conceitos, só se enganou (?) num dos seis elementos que formam o
exercício, o que é perfeitamente negligenciável.
Na verdade, o aluno acrescentou uma mais-valia ao exercício ao trazer para
a proposta de resolução outros conceitos estudados - as simetrias... -
realçando as conexões matemáticas que sempre coexistem em qualquer exercício...
Em consequência, podemos atribuir-lhe um...
..."EXCELENTE"...
...e afirmar que o aluno...
sorria está a ser filmado/a!
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sexta-feira, junho 23, 2006
Carta aberta e quase íntima à Ministra da Educação...
por correio electrónico chegou esta carta aberta:
junho 09, 2006
Carta aberta e quase íntima à Ministra da Educação...
Minha Cara Maria de Lurdes Reis Rodrigues
Nos tempos que correm, você é, digamos, a face visível do meu patrão, o Ministério da Educação. Não me sinto, porém, "seu" empregado; sinto-me seu igual. Sou também, como você, professor (há mais de duas décadas), tenho, de vida, alguns anos a mais do que você (para infelicidade minha), escrevo e publico poesia (e sempre gostei de partilhar poesia com os meus alunos, apesar de não ser professor de Português ou de Língua Portuguesa) e, talvez diferentemente de você, quando entrei para a Faculdade, não planeava ser professor, mas jurista. E, antes de ter optado por ser professor, fiz outras coisas na vida: fui tradutor, fui assessor jurídico, fui advogado, fui jornalista, fui gestor comercial. E tenho três filhos, dois dos quais estão ainda no ensino básico e em escolas "públicas", quero dizer, escolas "do Estado". Tenho pensado, escrito e publicado "alguma coisa" sobre educação, currículo que, infelizmente, não lhe reconheço.
Não sei, por isso, francamente, entre nós, quem terá mais autoridade para falar de educação e de ensino. Claro: você é a Ministra da Educação: tem autoridade política. Mas não era desta "autoridade" (circunstancial) que eu falava. Referia-me a outra: aquela que decorre da reflexão, da experiência e do interesse (não profissional, corporativo ou político, mas "civilizacional").
Tenho, diante dos meus olhos, um Despacho assinado por si, datado de 7 de Junho (ou seja, de anteontem). Está para publicação no Diário da República. Estabelece (transcrevo-o) " regras e princípios orientadores a observar, em cada ano lectivo, na elaboração do horário semanal de trabalho do pessoal docente" (...), "bem como na distribuição do serviço docente correspondente". Define ainda " orientações a observar na programação e execução das actividades educativas que se mostrem necessárias à plena ocupação dos alunos dos ensinos básico e secundário durante o período de permanência no estabelecimento escolar".
Não quero discutir consigo o conteúdo do Despacho. É, simplesmente, mais um Despacho, uma fórmula legislativa que os episódicos governantes deste pobre país gostam muito de usar para dar a entender (coitados!) que sabem e que podem. Não leve a mal que a desiluda: de Despachos Ministeriais (bem ou mal intencionados) está o inferno (e Portugal) cheio. Em mais de duas décadas, não sei de nenhum Despacho que tenha, efectivamente, contribuído para mudar a qualidade das aprendizagens dos nossos alunos (quero dizer: dos nossos filhos).
Você sabe tão bem quanto eu: precisamos de professores qualificados, profissionalmente autónomos e responsáveis e motivados. Mas não acredite que os crie por Despacho. E com Despachos como este, e com todas as declarações que tem vindo a fazer sobre os professores (e não discuto sequer se com razão ou sem ela), só tem conseguido, liminarmente, uma coisa: humilhar e desmotivar os professores em geral, os competentes e todos os outros.
Escolheu, imprudentemente, o caminho errado. Porque você ainda não percebeu que não basta ter autoridade política para "mandar" e para "mudar". É preciso suscitar a paixão, o entusiasmo, a clarividência, o pundonor. E, nesta arte, você tem-se revelado, lamento muito escrevê-lo, completamente incompetente. Conseguiu apenas fazer-se odiar (pelas melhores e pelas piores razões). Não vejo, sinceramente, como o ódio que, actualmente, os professores lhe devotam poderá contribuir para a felicidade dos meus filhos.
Lamento muito (repito) escrever isto, porque até comecei por simpatizar consigo. Continuo a considerá-la uma pessoa bem intencionada. Mas, porventura mal aconselhada, errou o método e o alvo. E agora já é muito tarde para voltar atrás e reganhar a confiança daqueles que deveriam ser os seus principais aliados.
Com toda a franqueza e com toda a frontalidade, entre colegas, permita-me que lhe diga: acho que deveria demitir-se e dar o lugar a outro. Talvez ao António Nóvoa, agora o seu Reitor, se ele estivesse disponível para colar os cacos que deixou (infelizmente, não acredito que quisesse). Pena que, em devido tempo, não se tivesse aconselhado com ele...
esquisso:Este post é uma das muitas formas de homenagear os Professores e festejar o São João, utilizando um martelo virtual.
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